Autobiografia traduzida de Vivienne Westwood chega ao Brasil

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Chegou mês passado ao Brasil a autobiografia traduzida de Vivienne Westwood. Lançado pela editora Anfiteatro (R$ 69,50), o livro homônimo narra em 496 páginas a vida, memórias, histórias de seus amantes e a carreira da “mãe do punk na moda”.

Escrito em parceria com o biógrafo Ian Kelly, o livro começa com a trajetória de Vivienne, contando de forma honesta e bem detalhada como foi a sua infância e a de seus dois irmãos em Devonshire, na Inglaterra. Como nasceu durante a Segunda Guerra Mundial, a moda surgiu no lar da estilista como uma forma de reaproveitar materiais que já existiam, “moda política”, como define Ian Kelly na publicação.

Aos 17 anos, Westwood se mudou para Londres. Além da moda, a estilista também aborda temas como a relação com Malcolm McLaren, primeiro marido de Vivienne e empresário do Sex Pistols, e o envolvimento do seu trabalho com o movimento que surgia na década de 1970 na Inglaterra.

A introdução do livro, reservada às observações de Ian Kelly, descreve o primeiro desfile da marca em uma semana da moda de Paris. “É quase decepcionante. Presenciei mais cenas dramáticas em uma papelaria do que no ateliê de Vivienne Westwood”, conta Kelly. O retrato da capa foi clicada pelo fotógrafo Juergen Teller.

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