Enrolados!

Flynn Ryder, um cara cheio de si, do tipo malandro bem canastrão, afirma logo no começo do longa: “Essa é a história de como eu morri”. Difícil uma produção da Disney fazer uma abertura assim tão arriscada. Ao mesmo tempo que é trágica, pelo impacto da mensagem (a morte sendo apresentada tão de supetão), a frase do personagem soa engraçada instantes depois e cria aquele suspense que permanece até o fim do filme: será que ele morre mesmo? E como ele morre?

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Para John Lasseter, produtor executivo de Enrolados e chefe criativo da Pixar e da Disney, a união da herança clássica da Disney com as novas tecnologias e ousadias das animações gráficas foi o que garantiu o sucesso.
A Rapunzel de Enrolados não é mais aquela garotinha indefesa e frágil que fica esperando a sua vida inteira que alguém a salve. O filme fala diretamente a um público contemporâneo que chega a mostrar até a cena de um beijo, que é um tabu para a Disney (será que ainda é?). Ela usa o seu cabelo para fugir, atacar, se defender. Para tudo.
Aliás, impossível fazer um filme sobre Rapunzel com um cabelo mais ou menos. Rapunzel tem mais de 21 metros de cabelos dourados e mais de 100 mil tranças individuais. Um software especial teve que ser criado para simular seu movimento.
O escopo desse filme é gigante: há corridas e perseguições com cavalos, lutas de espadas, fugas de prisão e enchentes! Uma história com a sensibilidade e tecnologia de um filme moderno em uma história bem clássica, com a cara da Disney.
(adaptado do portal R7)

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